A Mãe-da-lua mede cerca de 37 cm de comprimento, 80 cm de envergadura e pesa entre 160 e 200 g (macho). De cor cinza ou marrom mesclando vários tons destas cores com o branco e o preto (rajado, no popular). Possui uma adaptação única em aves, chamada de “olho mágico”. São duas fendas na pálpebra superior, as quais permitem que fique imóvel por longos períodos, observando os arredores, mesmo de olhos fechados.
Comum em bordas de florestas, campos com árvores e cerrados. Ainda que tenha o hábito de pousar em locais abertos, permanece disfarçado, sendo facilmente confundido com um galho.
Presente localmente em todo o Brasil, inclusive na periferia de cidades como o Rio de Janeiro. Encontrado também da Costa Rica à Bolívia, Argentina e Uruguai.
Maior espécie da família, a mãe-da-lua-gigante possui entre 45 e 54cm. Apresenta uma boca descomunal e difere de outras espécies da mesma família por sua plumagem esbranquiçada.
São aves de hábitos noturnos ou crepusculares. Frequenta florestas úmidas e secas, principalmente nas suas bordas, e também cerrados, caatingas, fazendas e matas de galeria.
A mãe-da-lua-parda mede de 42 a 52 cm de comprimento, sendo a segunda maior espécie da família Nyctibiidae. Ocorrem fases diversas de plumagem e a espécie difere de seus congêneres pela cauda excessivamente longa.
Habita em florestas densas úmidas. Como tem hábitos noturnos, descansa durante o dia nas copas das árvores, acima de 20 m do solo e, ocasionalmente, apouca altura, sobre mourões de cerca em locais abertos. Sob estes locais sobejam restos de suas presas capturadas à noite, usualmente asas de grandes mariposas e élitros de insetos.
Ocorre na Amazônia e Brasil oriental.